Arquitetura

Quatro torres de concreto compõem a BN House do Metrô em São Paulo

Quatro torres de concreto compõem a BN House do Metrô em São Paulo
Anonim

Quatro torres de concreto compõem a BN House do Metrô em São Paulo

Pátios, varandas e terraços todos os recursos nesta casa de São Paulo pelo estúdio local Metro, que é composto por quatro torres de concreto separadas, mas conectadas (slideshow +).

Chamada BN House, a propriedade foi projetada para oferecer muitas oportunidades para os moradores aproveitarem ao máximo o clima quente do Brasil. Bem como as várias áreas ao ar livre, possui várias salas que podem ser abertas aos elementos.

Esta casa está localizada no Jardim Paulistano, um bairro rico no oeste da cidade, e o cliente é um desenvolvedor que já contratou o Metro em outros cinco projetos.

"Ele é um cliente frequente que adora arquitetura", disse o arquiteto e sócio Martin Corullon a Dezeen. "Ele, portanto, faz esses tipos de projetos como um investimento, mas também como uma oportunidade para discutir e apoiar a arquitetura".

"O resumo era fazer uma casa usando o máximo possível da área - levando em consideração as restrições definidas pelo plano diretor de São Paulo -, mas tivemos total liberdade em termos de programa, materiais, etc", acrescentou.

A casa foi dividida em quatro volumes por várias razões. Ele quebra a escala visual do prédio, mas também cria mais oportunidades para adicionar janelas e terraços.

"A opção pelas quatro torres começou como uma maneira de lidar com uma trama muito complexa", explicou Corullon. "Mas tornou-se uma boa opção ter muitas fontes de luz natural para um programa tão grande."

"Criamos muitas fachadas e progressivamente abrimos as paredes no térreo, como forma de controlar as vistas, a privacidade e a luz natural de maneira equilibrada, de modo que o térreo é muito aberto para o jardim", acrescentou.

A casa de 438 metros quadrados contém três andares, bem como um estacionamento subterrâneo. Salas de estar estão localizadas no piso térreo, quatro quartos estão localizados no primeiro andar, e o segundo andar contém um escritório em casa e uma suíte de hóspedes.

Corredores vidrados conectam as torres, emoldurando uma escada de concreto no centro da casa.

Além do vidro tradicional, a Metro também acrescentou uma série de janelas em escala industrial com persianas ajustáveis. Estes foram feitos sob medida para o projeto usando alumínio revestido em pó branco.

"Queríamos ter controle de luz e controle de privacidade, já que a maioria das janelas está voltada para a rua, mas para manter uma sensação de abertura", disse Corullon.

"As peças grandes - quando abertas, na posição horizontal - permitem uma abertura grande o suficiente para evitar a sensação de estar atrás de uma cerca por dentro, enquanto protegem o interior de vistas externas", disse ele.

Outros detalhes sob medida incluem os ladrilhos de cimento feitos à mão. Desde então, os arquitetos os lançaram comercialmente com a marca de azulejos Brasil Imperial.

O metrô é comandado por quatro participantes: Martin Corullon, Gustavo Cedroni, Helena Cavalheiro e Marina Ioshii. Os projetos anteriores da empresa incluem um museu de chocolate de vidro vermelho e a recriação de um projeto de exposição da modernista brasileira Lina Bo Bardi.